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5 de julho de 2012
Mentalize a coisa certa, do jeito certo...
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30 de janeiro de 2012
A pedra em movimento
22 de novembro de 2011
Quem é mais feliz?
Em qualquer meio de mídia vê-se o link do produto com tudo o que há de bom na existência. Vê-se o slogan “compre um apartamento em nosso condomínio e você terá qualidade de vida para sempre”, como se morando lá fôssemos deixar de ter todos os nossos desafios diários afetivos, financeiros, profissionais, filosóficos, urgentes ou crônicos.
E promete-se qualidade de vida em tudo: apartamentos, carros, liquidificadores, geladeiras, celulares (que nos escravizam!), internet, política, polícia, comida, bebida, álcool e outras drogas. Ficou tão corriqueiro que, na minha opinião (com a mão espalmada no peito como faz meu amigo Jojó), usar esses termos chega a queimar o filme da empresa que está tentando vendê-lo.
Pior ainda é a pretens[a opini]ão de comparar felicidade. A minha é melhor do que a sua. Meu trabalho é mais honesto, minha família mais amorosa, sou mais rico...
Como pode alguém, por morar em uma cidade grande, com acesso à internet, celular, carro e todas as mordomias da tecnologia moderna, bem acomodado em seu apertamento, como pode este individuo moderno crer ser mais feliz do que outro que vive no campo, que tem de labutar todos os dias na terra, com calos nas mãos e rachaduras nos pés, cuja pele já carrega as cicatrizes rasgadas pelo tempo e secas pelo sol.
Quem pode afirmar ser mais feliz: um homem que mora no mato ou na metrópole? A dona de casa do interior ou a advogada bem sucedida da capital? Um médico, físico, engenheiro ou professor? Impossível avaliar, pois tão subjetiva é a ponderação sobre os sentimentos da mente humana, que não se pode afirmar haver parâmetro, uma régua ou medida padrão para tamanha comparação.
http://olhares.uol.com.br/cidade_vs_campo_foto1794652.html
Cada pessoa é única, e como tal tem de buscar sua própria felicidade, sua fonte da juventude, aquilo que pode nos fazer tão completos e realizados a ponto de se nos deparamos com um sorriso à toa no meio da tarde, um ócio contemplativo na janela do 9o. Andar. Ou espreguiçar-se em uma reunião, dar-se o incrível luxo de ter – ou não ter – mais luxo, mais tempo, mais nada a fazer. Definitivamente, a maior felicidade está nos momentos mais fugazes e nas menores coisas.
Precisamos de muito autoconhecimento para gerenciar o delicado balanço entre trabalho, família, lazer, saúde, cuidado de si e outras egrégoras, e do resultado disso tudo surge a felicidade mais natural e duradoura, quando tudo entra em sintonia.
É quando a harmonia das esferas se faz ouvir na multidão, basta estar atento. Afinal, a felicidade é instantânea e não duradoura, pontual e não linear, tal qual a própria existência.
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7 de setembro de 2011
Os Axiomas da Nossa Cultura
Um axioma é uma verdade evidente por si mesma.
Os Axiomas da Nossa Cultura não são verdades absolutas - até porque tais não existem - mas sim dicas para uma boa convivência, pessoal e profissional.
"Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação.
1. Não acredite.
2. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade para que a pessoa repita a mesma atitude.
3. Repassar sua incumbência a terceiros é uma forma quase infalível de a tarefa sair errada.
4. Deixar recado não funciona.
5. Fazer surpresa quase sempre resulta em desastre.
6. Tudo o que você disser chegará ao conhecimento da pessoa envolvida no comentário.
7. Nada é aquilo que parece ser.
8. Tudo é relativo.
Axioma temporário: E-mail não funciona (a menos que você telefone perguntando se o destinatário conseguiu abrir e ler o arquivo).
Axioma Número Zero (do Joris Marengo): O Mestre sempre tem razão. [Espero que o Joris tenha razão!]"
www.MetodoDeRose.org/blog
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23 de junho de 2011
O que você tem a ver com a corrupção?
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25 de fevereiro de 2011
Shiva Natarája
24 de fevereiro de 2011
Rudráksha - lágrima de Shiva
23 de janeiro de 2011
Felicidade real x miséria existencial
- Com nós mesmos: sempre estamos descontentes com nosso corpo, por exemplo. Ou somos muito gordos, ou muito magros, altos ou baixos. Não gostamos do cabelo, da roupa, da barriga...
- Com os demais seres: mosquitos no meio da noite, moscas nos atazanando uma refeição, cachorros que latem, o motorista lento do carro da frente, o inepto caixa do banco...
- Com a natureza em geral: ou está muito frio, ou muito calor. Chove ou faz sol demais... o tempo que não passa... ou que voa...
8 de janeiro de 2011
Comentários sobre os kirtans do SwáSthya
O Poder do Mantra, dos Instrutores Ricardo Melo e Caio Melo)



